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sábado, 1 de dezembro de 2012

Combate ao Preconceito e ao Estigma - Dia Mundial de Combate à AIDS




Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.

O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.

O que é Aids

Uma deficiência no sistema imunológico, associada com a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana HIV – (Human Immunodeficiency Virus), provocando aumento na susceptibilidade a infecções oportunísticas e câncer.

Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.

Tratamento:

Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).

Fique sabendo:

A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.


Fonte: http://www.velhosamigos.com.br/datasespeciais/diaaids.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Estado valida diplomas para atrair médicos




A dificuldade em contratar médicos para atuar no serviço público de saúde, sobretudo nas cidades do interior, motivou o governo estadual a firmar um convênio de cooperação técnica para revalidar diplomas médicos expedidos fora do Brasil. A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) estima que pelo menos 70 dos 184 municípios pernambucanos sofrem com a carência desses profissionais. A previsão é que em setembro os primeiros médicos que estudaram em instituições estrangeiras comecem a atuar legalmente no Estado.
A revalidação dos diplomas será feita pela Universidade de Pernambuco (UPE), que oferece o curso de medicina no Recife e em Garanhuns (Agreste). Para ter o reconhecimento da universidade, o médico formado em instituição estrangeira, brasileiro ou não, vai se comprometer a trabalhar, no mínimo, dois anos no Programa de Saúde da Família (PSF) nas cidades com mais carência de pessoal. O acordo de cooperação, batizado de Provalida, foi assinado ontem pelas Secretarias Estaduais de Saúde e de Ciência e Tecnologia, UPE e Amupe.
O edital com as regras do convênio está disponível no site da UPE (www.upe.br). As inscrições para revalidar o diploma começam no dia 30 de abril, e vão até 14 de maio. Além de apresentar documentação, os candidatos farão prova escrita e avaliação de habilidades clínicas. Faculdades médicas de Cuba, da Bolívia e da Argentina recebem muitos estudantes brasileiros.
Segundo o secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelino Granja, os candidatos com as melhores notas terão prioridade na escolha dos municípios em que vão atuar, conforme lista indicada pela Secretaria de Saúde. Caberá à Amupe acompanhar o trabalho desses médicos nos PSFs. Os municípios de Agrestina, Belém de São Francisco, Bodocó, Casinhas, Cumaru e Ipubi estão na relação dos que mais necessitam de médicos, conforme o Programa de Valorização de Atenção Básica do Ministério da Saúde.
Seguiremos os critérios dos Ministérios da Educação e da Saúde, com a responsabilidade que o processo de reconhecimento de um diploma exige. Vamos cobrar dos médicos formados fora do Brasil o mesmo nível de conhecimento dos nossos alunos do curso de medicina , observou o vice-reitor da UPE, médico Rivaldo Albuquerque.
Representante em Pernambuco da Associação Médica Nacional (AMN) e formado pela Escola Latino-americana de Medicina de Cuba, o médico Maicon Nunes elogiou a iniciativa. Ele estima que em Pernambuco haja cerca de 40 médicos que estudaram em Cuba, dos quais menos de dez não têm o diploma reconhecido. Uma das preocupações dele é que com o grau das provas. Há universidades no Brasil que no exame de revalidação do diploma cobram de um recém-formado o mesmo conhecimento de um residente no terceiro ano de especialização , destacou.
Os pernambucanos Antônio Neto, 25 anos, e Josias Rosa, 25, e a equatoriana Daniela Zambrano, 26, terminaram medicina em agosto do ano passado, em Cuba. Estão animados com a possibilidade de atuar no Estado. Nossa formação em Cuba foi voltada para saúde pública, para atenção básica, o que vai contribuir para nosso trabalho aqui no Estado , afirmou Josias.

Fonte: http://portalbelmonte.com.br/2012/04/estado-valida-diplomas-para-atrair-medicos/

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Exame de proficiência para médicos em debate




Continua sendo debatida no Senado Nacional a possibilidade de ser criado um exame de proficiência para médicos recém-formados, tanto no Brasil quanto no exterior, como requisito obrigatório para o exercício da medicina.

Esta é uma ótima notícia para os brasileiros que estudam medicina na Argentina, pois esta prova, nos moldes da prova da OAB, iria unificar e tornar mais justa a validação do diploma médico obtido.

Atualmente, somente só os médicos formados fora do país devem validar seu diploma antes de exercer a medicina.

Se a proposta for aprovada, tantos os formados no Brasil quanto no exterior terão de validar seu diploma antes de exercer a profissão. Conforme a reportagem: "José Luiz Bonamigo, da AMB, apoiou o projeto de Tião Viana por estabelecer isonomia no tratamento dos médicos que se formam no exterior, que passam por avaliação para exercer a profissão no Brasil, com os diplomados em cursos brasileiros”.

Confira a notícia completa no site do Sis Saúde.

Vamos ver o que realmente será feito depois de tantos anos de luta.

Fonte: http://www.brasileirosnaargentina.com/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Outubro: Mês de Conscientização e Combate ao Câncer de Mama

Na verdade o combate ao CÂNCER DE MAMA, deve ser diário, a detecção precoce, pode ser simples e eficaz, isso serve para mulheres e homens, por isso fiquemos atentos diariamente para combatermos esse mal que pode ser evitado ou extraído precocemente....

EU APOIO, E VOCÊ?


Como são as mamas:
As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores, os lóbulos, e ductos, que conduzem o leite produzido para fora pelo mamilo. Como todos os outros órgãos do corpo humano, também se encontram nas mamas vasos sanguíneos, que irrigam a mama de sangue, e os vasos linfáticos, por onde circula a linfa. A linfa é um líquido claro que tem uma função semelhante ao sangue de carregar nutrientes para as diversas partes do corpo e recolher as substâncias indesejáveis. Os vasos linfáticos se agrupam no que chamamos de gânglios linfáticos, ou ínguas. Os vasos linfáticos das mamas drenam para gânglios nas axilas (em baixo dos braços) na região do pescoço e no tórax.
Os tipos de câncer de mama:
O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas. Por isso, o câncer de mama mais comum se chama Carcinoma Ductal. Ele pode ser in situ, quando não passa das primeiras camadas de célula destes ductos, ou invasor, quando invade os tecidos em volta. Os cânceres que começam nos lóbulos da mama são chamados de Carcinoma Lobular e são menos comuns que o primeiro. Este tipo de câncer muito freqüentemente acomete as duas mamas. O Carcinoma Inflamatório de mama é um câncer mais raro e normalmente se apresenta de forma agressiva, comprometendo toda a mama, deixando-a vermelha, inchada e quente.
O câncer de mama, como muitos dos cânceres, tem fatores de risco conhecidos. Alguns destes fatores são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que uma pessoa tem a este determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver este câncer.
Existem também os fatores de proteção. Estes são fatores que, se a pessoa está exposta, a sua chance de desenvolver este câncer é menor.
Os fatores conhecidos de risco e proteção do câncer de mama são os seguintes:
Idade:
O câncer de mama é mais comum em mulheres acima de 50 anos. Quanto maior a idade maior a chance de ter este câncer. Mulheres com menos de 20 anos raramente têm este tipo de câncer.
Exposição excessiva a hormônios:
Terapia de reposição hormonal (hormônios usados para combater os sintomas da menopausa) que contenham os hormônios femininos estrogênio e progesterona aumentam o risco de câncer de mama. Não tomar ou parar de tomar estes hormônios é uma decisão que a mulher deve tomar com o seu médico, pesando os riscos e benefícios desta medicação.
Anticoncepcional oral (pílula) tomado por muitos anos também pode aumentar este risco.
Retirar os ovários cirurgicamente diminui o risco de desenvolver o câncer de mama porque diminui a produção de estrogênio (menopausa cirúrgica).
Algumas medicações "bloqueiam" a ação do estrogênio e são usadas em algumas mulheres que tem um risco muito aumentado de desenvolver este tipo de câncer. Usar estas medicações (como o Tamoxifen) é uma decisão tomada junto com o médico avaliando os risco e benefícios destas medicações.
Radiação:
Faz parte do tratamento de algumas doenças irradiar a região do tórax. Antigamente muitas doenças benignas se tratavam com irradiação. Hoje, este procedimento é praticamente restrito ao tratamento de tumores. Pessoas que necessitaram irradiar a região do tórax ou das mamas têm um maior risco de desenvolver câncer de mama.
Dieta:
Ingerir bebida alcoólica em excesso está associado a um discreto aumento de desenvolver câncer de mama. A associação com a bebida de álcool é proporcional ao que se ingere, ou seja, quanto mais se bebe maior o risco de ter este câncer. Tomar menos de uma dose de bebida alcoólica por dia ajuda a prevenir este tipo de câncer (um cálice de vinho, uma garrafa pequena de cerveja ou uma dose de uísque são exemplos de uma dose de bebida alcoólica).Se beber, portanto, tomar menos que uma dose por dia.
Mulheres obesas têm mais chance de desenvolver câncer de mama, principalmente quando este aumento de peso se dá após a menopausa ou após os 60 anos. Manter-se dentro do peso ideal (veja o cálculo de IMC neste site), principalmente após a menopausa diminui o risco deste tipo de câncer.
Seguir uma dieta saudável, rica em alimentos de origem vegetal com frutas, verduras e legumes e pobre em gordura animal pode diminuir o risco de ter este tipo de câncer. Apesar dos estudos não serem completamente conclusivos sobre este fator de proteção, aderir a um estilo de vida saudável, que inclui este tipo de alimentação, diminui o risco de muitos cânceres, inclusive o câncer de mama (veja Dieta do Mediterrâneo neste site).
Exercício físico:
Exercício físico normalmente diminui a quantidade de hormônio feminino circulante. Como este tipo de tumor está associado a esse hormônio, fazer exercício regularmente diminui o risco de ter câncer de mama, principalmente em mulheres que fazem ou fizeram exercício regular quando jovens.
História ginecológica:
Não ter filhos ou engravidar pela primeira vez tarde (após os 35 anos) é fator de risco para o câncer de mama.
Menstruar muito cedo (com 11 anos, ou antes) ou parar de menstruar muito tarde expõe a mulher mais tempo aos hormônios femininos e por isso aumenta o risco deste câncer.
Amamentar, principalmente por um tempo longo, um ano ou mais somado todos os períodos de amamentação, pode diminuir o risco do câncer de mama
História familiar:
Mulheres que tem parentes de primeiro grau, mães, irmãs ou filhas, com câncer de mama, principalmente se elas tiverem este câncer antes da menopausa, são grupo de risco para desenvolver este câncer.
Apesar de raro, homens também podem ter câncer de mama e ter um parente de primeiro grau, como o pai, com este diagnóstico também eleva o risco familiar para o câncer de mama.
Pessoas deste grupo de risco devem se aconselhar com o seu médico para definir a necessidade de fazer exames para identificar genes que possam estar presentes nestas famílias. Se detectado um maior risco genético, o médico pode propor algumas medidas para diminuir estes riscos. Algumas medidas podem ser bem radicais ou ter efeitos colaterais importantes. Retirar as mamas e tomar Tamoxifen são exemplos destas medidas. A indicação destes procedimentos e a discussão dos prós e contras é individual e deve ser tomada junto com um médico muito experiente nestes casos.
Alterações nas mamas:
Ter tido um câncer de mama prévio é um dos maiores fatores de risco para este tipo de câncer. Manter-se dentro do peso ideal, fazer exercício físico, seguir corretamente as recomendações do seu médico e fazer os exames de revisão anuais são medidas importantes para diminuir a volta do tumor ou ter um segundo tumor de mama.
Ter feito biópsias mesmo que para condições benignas está associado a um maior risco de ter câncer de mama.
Mamas densas na mamografia está associado a um maior risco para este tumor. É muito importante que a mamografia seja feita em um serviço qualificado e que o exame seja comparado com exames anteriores.
Sintomas do câncer de mama:
O câncer de mama normalmente não dói. A mulher pode sentir um nódulo (ou caroço) que anteriormente ela não sentia. Isso deve fazer ela procurar o seu médico. O médico vai palpar as mamas, as axilas e a região do pescoço e clavículas e se sentir um nódulo na mama pedirá uma mamografia.
A mulher também pode notar uma deformidade na suas mamas, ou as mamas podem estar assimétricas. Ou ainda pode notar uma retração na pele ou um líquido sanguinolento saindo pelo mamilo. Nos casos mais adiantados pode aparecer uma "ferida" (ulceração) na pele com odor muito desagradável.
No caso de carcinoma inflamatório a mama pode aumentar rapidamente de volume, ficando quente e vermelha.
Na maioria dos casos, a mulher é a responsável pela primeira suspeita de um câncer. É fundamental que ela conheça as suas mamas e saiba quando alguma coisa anormal está acontecendo. As mamas se modificam ao longo do ciclo menstrual e ao longo da vida. Porém, alterações agudas e sintomas como os relacionados acima devem fazer a mulher procurar o seu médico rapidamente. Só ele pode dizer se estas alterações podem ou não ser um câncer. 
Como se faz o diagnóstico de câncer de mama:
A mamografia é um Rx das mamas. Este exame também é feito para detecção precoce do câncer quando a mulher faz o exame mesmo sem ter nenhum sintoma. Caso a mama seja muito densa, o médico também vai pedir uma ecografia das mamas.
Se a mamografia mostra uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia que pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. Geralmente, esta biópsia é feita com a ajuda de uma ecografia para localizar bem o nódulo que será coletado o material, se o nódulo não for facilmente palpável. Após a coleta, o material é examinado por um patologista (exame anátomo-patológico) que definirá se esta lesão pode ser um câncer ou não.
Tratamento para o câncer de mama:
Existem vários tipos de tratamento para o câncer de mama. São vários os fatores que definem o que é mais adequado em cada caso. Antes da decisão de que tipo de tratamento é mais adequado o médico analisa o resultado do exame anátomo-patológico da biópsia ou da cirurgia se esta já tiver sido feita. Além disso, o médico pede exames de laboratório e de imagem para definir qual a extensão do tumor e se ele saiu da mama e se alojou em outras partes do corpo.
Se o tumor for pequeno, o primeiro procedimento é uma cirurgia onde se tira o tumor. Dependendo do tamanho da mama, da localização do tumor e do possível resultado estético da cirurgia, o cirurgião retira só o nódulo, uma parte da mama (geralmente um quarto da mama ou setorectomia) ou retira a mama inteira (mastectomia) e os gânglios axilares.
As características do tumor retirado e a extensão da cirurgia definem se a mulher necessitará de mais algum tratamento complementar ou não. Geralmente, se a mama não foi toda retirada, ela é encaminhada para radioterapia.
Dependendo do estadiamento, ou seja, quão avançada está a doença (tamanho, número de nódulos axilares comprometidos e envolvimento de outras áreas do corpo), também será indicada quimioterapia ou hormonioterapia. Radioterapia é o tratamento que se faz aplicando raios para eliminar qualquer célula que tenha sobrado no local da cirurgia que por ser tão pequena não foi localizada pelo cirurgião nem pelo patologista. Este tratamento é feito numa máquina e a duração e intensidade dependem das características do tumor e da paciente.
Quimioterapia é o uso de medicamentos, geralmente intravenosos, que matam células malignas circulantes. O tipo de quimioterápico utilizado depende se a mulher já está na menopausa e a extensão da sua doença. Hormonioterapia é o uso de medicações que bloqueiam a ação dos hormônios que aumentam o risco de desenvolver este tipo de câncer. Este tratamento é dado para aquelas pacientes em que o tumor mostrou ter estes receptores positivos (receptor de estrogênio e receptor de progesterona).
Detecção precoce do câncer de mama:
O exame de palpação realizado pelo médico e a mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo de câncer.
Como o médico faz esse exame?
O exame mais fácil de se realizar para se detectar uma alteração da mama é o exame de palpação. Neste exame o médico palpa toda a mama, a região da axila e a parte superior do tronco em busca de algum nódulo ou alteração da pele, como retração ou endurecimento, e de alguma alteração no mamilo.
A mamografia é um Raio X das mamas e das porções das axilas mais próximas das mamas. Nesse exame, o radiologista procura imagens sugestivas de alterações do tecido mamário e dos gânglios da axila. A ecografia das mamas pode auxiliar o radiologista a definir que tipo de alterações são essas.
Esses exames, quando realizados anualmente ou mais freqüentemente, dependendo da história individual da paciente (presença de fatores de risco ou história de tumores e biópsias prévias), pode diminuir a mortalidade por esse tipo de tumor, quando realizados entre os 50 e os 69 anos.
Porém, este tipo de tumor tem características diferentes para populações diferentes. Isto altera o quanto a mamografia é eficaz em diminuir a mortalidade por este tipo de tumor.
Realizar esses exames entre os 40 e os 49 anos pode diminuir a mortalidade por este tipo de tumor, mas o efeito dessa diminuição só se dará quando essas mulheres tiverem mais de 50 anos. 

domingo, 1 de abril de 2012

Vagas em cursos de Medicina serão ampliadas no País...


Governo quer elevar taxa de médicos em 38% 

por habitante 



O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta terça-feira que a meta do governo é elevar em 38% o percentual da taxa de médicos por habitante no país, aumentando de 1,8 para 2,5 por grupo de mil pessoas no país, até 2020. O programa do governo para aumentar o número de médicos formados no Brasil está sendo preparado pelos Ministérios da Educação e da Saúde, por determinação da presidente Dilma Rousseff. Conforme revelou a coluna Panorama Político, do GLOBO, o pacote para ampliar a formação de médicos no país prevê a ampliação dos atuais cursos de medicina, na rede pública e privada, e a criação de novas faculdades, até mesmo por hospitais particulares de excelência, como o Sírio-Libanês e o Albert Einstein, em São Paulo; o Moinhos de Vento, em Porto Alegre; e o Aliança, em Salvador. A ideia é ampliar vagas nos cursos de medicina das universidades federais, o que poderá ser feito já em 2012. Outra iniciativa será criar faculdades federais atreladas a hospitais mantidos pelo governo. Em nota divulgada, nesta semana (7), 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e do Conselho Federal de Medicina (CFM) reiteram sua posição contrária à proposta do Governo de ampliar o número de vagas e cursos para formação de médicos no país. A nota rebate afirmações do ministro da Educação Aloizio Mercadante. Segundo os conselhos de medicina, a abertura de vagas e de cursos de medicina e a possível atuação de médicos estrangeiros sem revalidação de diplomas no país são falácias que tentam desviar a sociedade das medidas que, efetivamente, podem colaborar para o fim da desigualdade na assistência em saúde. Para as entidades, o problema não está no número de médicos, mas em sua má distribuição. " Para combater esse dilema, espera-se a implementação de políticas públicas como a carreira de estado para o médico - que estimulem a fixação dos profissionais nestas regiões, oferecendo-lhes condições de trabalho, apoio de equipe multiprofissional, acesso à educação continuada, perspectiva de progressão funcional e remuneração adequada à responsabilidade e à dedicação exigidas" . Contra novas escolas

O Brasil conta com 372 mil médicos e 185 escolas de medicina em atividade.

Entre 188 nações, apenas China, EUA, Índia e Rússia nos superam em números absolutos destes profissionais. De 1970 até 2011, o aumento do número de médicos foi de 530%; enquanto a população cresceu 104%. Entre 188 nações, o Brasil é o quinto país do mundo em número absoluto de médicos perde apenas para China, EUA, Índia e Rússia sendo que no continente americano 20% destes profissionais em atividade estão aqui. Em termos proporcionais, os dados mais recentes apontam uma razão de 1,95 médico por 1.000 habitantes no país. Contudo mesmo a média nacional, não é baixa, quando comparado a padrões internacionais: o Japão tem 2,06 médicos por mil habitantes, por exemplo. No entanto, internamente, essa média não é uniforme: no Sudeste, o índice é de 2,6; e no Norte, fica em 0,8. Ou seja, a desigualdade resulta diretamente da falta de estimulo para que médicos e outros profissionais de saúde deixem os centros mais desenvolvidos e se fixem em áreas distantes. (Imprensa- Conselho Federal de Medicina)

Vagas em cursos de Medicina serão ampliadas no País

O governo pretende com isso elevar a quantidade de médicos para atingir até 2020 uma proporção de 2,5 profissionais por mil habitantes.

O governo federal quer aumentar a quantidade de médicos no Brasil e por isso vai lançar ainda neste ano um programa para a criação de mais vagas em cursos de graduação de medicina. A ação também vai prever parcerias para que hospitais considerados de "excelência" - como o Sírio-Libanês e o Albert Einstein (em SP) - criem suas escolas superiores. O plano foi uma determinação da presidente Dilma Rousseff (PT) aos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Aloizio Mercadante (Educação). As medidas terão impacto a médio prazo e por isso uma solução mais rápida, embora polêmica, cogitada pelo Palácio do Planalto é incentivar a entrada de médicos de países vizinhos no Brasil. O governo pretende com isso elevar a quantidade de médicos para atingir até 2020 uma proporção de 2,5 profissionais por mil habitantes. O índice atual é 1,8, atrás de países como Estados Unidos (2,4), Reino Unido (2,7), Argentina (3) e Cuba (6,7). Além disso, os ministérios pretendem melhorar a distribuição dos profissionais no País. Mercadante afirma que já existe um levantamento para a elevação das vagas nos cursos de graduação de medicina nas universidades federais. "Além disso, queremos fechar parcerias com as estaduais e as particulares de bom nível", disse o ministro, sem detalhar qual será o investimento no programa. O MEC também quer fechar parcerias com hospitais considerados de referência para que eles criem cursos de graduação em medicina. Mercadante cita como exemplo Albert Einstein e o Sírio-Libanês, em São Paulo; o Aliança, em Salvador; o Português, no Recife; e o Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Esse trabalho, segundo o ministro, está nas "primeiras sondagens". Incentivo Em relação ao ingresso de médicos formados no exterior, Mercadante não explicou como será o incentivo para atraí-los. Ele diz que não haverá um afrouxamento no Revalida - programa para a validação de diplomas de instituições de fora do Brasil. O Conselho Federal de Medicina informou que discorda totalmente da proposta. Segundo Desiré Callegari, primeiro secretário do órgão, não faltam médicos e sim uma política de fixação dos profissionais em determinadas regiões.


sexta-feira, 30 de março de 2012

UAI - MEDICINA...



Misión

La misión de Carrera de Medicina es formar profesionales con un abordaje integral que responda a las necesidades de salud de la región y del país, que tenga en cuenta los aspectos psicosociales, antropológicos, culturales, éticos y científicos capaces de cuidar la salud y defender la vida. Todo ello en un marco de libertad, igualdad, respeto y participación democrática en lo académico y social.

Perfil Profesional

El perfil elegido es el de un médico con formación general para abordar la mayoría de las patologías con una sólida base científica y para ejercer promoción y prevención de la salud, actuando con un profundo sentido humanístico, y aplicando siempre la ética en su accionar. Asimismo se lo preparará para que pueda abordar una educación continua y de autoaprendizaje.
La Misión de la Facultad es preparar profesionales con autonomía, capacidad de liderazgo y decisión para realizar los cambios que la salud de la población requiere y capaz de insertarse laboralmente en la “aldea global”.

Inserción Laboral

Las posibilidades de inserción laboral son múltiples, desde la medicina individual, asistencial, hasta la colectiva (como la prevención y la salud pública), pasando por la investigación, la gestión en salud o la docencia misma.

Acreditación de la Carrera de Medicina

 Acreditación de la Carrera de Medicina - Sede Buenos Aires
  Resolución de la CONEAU Nº 655/10
  Resolución de la CONEAU Nº 697/04
  Resolución de la CONEAU Nº 713/00
  
 Acreditación de la Carrera de Medicina - Sede Regional Rosario
  Resolución de la CONEAU Nº 564/10
  Resolución de la CONEAU Nº 945/05
  Resolución de la CONEAU Nº 424/01

MédicoTítulo Final6 años


HOSPITAL UNIVERSITÁRIO 




El hospital Universitario inició sus actividades en Julio de 2001, está ubicado en el sur de la Ciudad de Buenos Aires, en la calle Portela 2975.

La creación del Hospital Universitario responde a una de las "Misiones y Objetivos" del Proyecto Institucional de la Universidad Abierta Interamericana, que privilegia la búsqueda de soluciones a las necesidades sociales acuciantes. Si bien la creación del Hospital Universitario viene a cumplimentar el plan de desarrollo de la Facultad de Medicina y Ciencias de la Salud, éste da cuenta del compromiso institucional en la producción del bien público, en este caso la salud, en colaboración con el Estado y desde la iniciativa privada. Por el compromiso institucional que posee la UAI se decidió emplazar el Hospital en una zona con necesidades no resueltas de atención integral de la salud, un lugar que posee una alta demanda de prestaciones y donde las instituciones asistenciales vecinas se hallan a más de 30 cuadras a la redonda y son de muy difícil acceso.


El Hospital Universitario se encuentra desarrollado en un edificio que posee cuatro plantas iguales, que ocupan una superficie aproximada de 3000 m2.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Cidade Universitária de Buenos Aires...



Cidade Universitária de Buenos Aires, localizada no bairro portenho de Belgrano, é um dos dois campi da Universidade de Buenos Aires(UBA), a maior entidade de educação superior da Argentina. Outros edifícios da UBA se encontram também distribuídos em diferentes zonas da Cidade e a Província de Buenos Aires.
Nela se cursam as carreiras pertencentes a Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo, a Faculdade de Ciências Exatas e Naturais e aoCiclo Básico Comum. Na Cidade Universitária se desenvolvem também atividades de índole científica, através dos institutos associados doCONICET. No futuro serão construídos os pavilhões IV e V, destinados principalmente a Faculdade de Engenharia e a Faculdade de Psicologia, respectivamente.
A construção da Cidade Universitária foi finalizada em 1967,4 durante o governo de fato de Juan Carlos Onganía. Sua criação se deve a necessidade de dar a Faculdade de Ciências Exatas e Naturais (FCEN) um lugar propício a investigação científica, sobre tudo depois da chegada dos primeiros computadores ao país, e o conseqüente espaço físico que estas ocupavam na faculdade. Para isto, se seguiu um plano apresentado pelo arquiteto francês Le Corbusier em 1929 marcado no Plano Regulador da Cidade de Buenos Aires de 1962. Em maio de 2007, a administração da Cidade Universitária era exercida pela Universidade de Buenos Aires, de acordo com a lei de autonomia das universidades de 1918, através da Superintendência da Cidade Universitária.
Até a criação da Cidade Universitária, a FCEN e a Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo (FADU) tinham suas instalações naManzana das Luzes do centro histórico de Buenos Aires. Os pavilhões I e II foram desenhados pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano, designado junto com outros colaboradores a partir de um concurso internacional de antecedentes. Assim mesmo, a idéia da localização da Cidade Universitária (nas margens do rio na altura do estádio do River Plate) surge de um grupo de estúdio ad hoc integrado por vários arquitetos argentinos.
A Cidade Universitária está localizada no bairro portenho de Belgrano, margeado pelo Rio da Prata, próxima do Aeroparque Jorge Newbery e da Avenida Lugones.
Dentro da Cidade, as duas faculdades ocupam três edifícios conhecidos comumente como pavilhões. Os pavilhões I e II correspondem a FCEN e o III a FADU, os dois últimos situando-se um ao lado do outro, porém o primeiro está separado por aproximadamente setecentos metros. No subsolo do pavilhão III e em certas aulas do pavilhão II se desenvolveram também os cursos correspondentes aoCiclo Básico Comum. Faz tempo que existem as fundações dos futuros pavilhões IV e V, que se localizarão ao lado do pavilhão III.

Os modos de acesso mais comuns para a Cidade Universitária são, além do automóvel particular, o colectivo (linhas 28, 33, 37, 42, 45, 107 e 160) e o trem. A estação mais próxima é a Estação Raúl Scalabrini Ortiz, correspondente a linha Belgrano Norte operada pela empresa Ferrovías. A UBA proporciona, além de um serviço de transporte gratuito entre os três pavilhões (Transporte Interno Ciudad Universitaria) por meio de autobuses. Este mesmo serviço apenas foi efetivo entre parte dos anos 2005-2006 deixando de funcionar desde então.

Cuente siempre conmigo! Abrazos!
















segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Salud: Transtornos de Personalidade...



Personalidade é definida pela totalidade dos traços emocionais e de comportamento de um indivíduo (caráter). 

Pode-se dizer que é o "jeitão" de ser da pessoa, o modo de sentir as emoções ou o "jeitão" de agir.

Um transtorno de personalidade aparece quando esses traços são muito inflexíveis e mal-ajustados, ou seja, prejudicam a adaptação do indivíduo às situações que enfrenta, causando a ele próprio, ou mais comumente aos que lhe estão próximos, sofrimento e incomodação. Geralmente esses indivíduos são pouco motivados para tratamento, uma vez que os traços de caráter pouco geram sofrimento para si mesmos, mas perturbam suas relações com outras pessoas, fazendo com que amigos e familiares aconselhem o tratamento. Geralmente aparecem no início da idade adulta e são cronificantes (permanecem pela vida toda) se não tratados.

As causas destes transtornos geralmente são múltiplas, mas relacionadas com as vivências infantis e as da adolescência do indivíduo.

O tratamento desses transtornos é bastante difícil e igualmente demorado, pois em se tratando de mudanças de caráter, o indivíduo terá de mudar o seu próprio "jeito de ser" para que o tratamento seja efetivo.

Existem muitos tipos desses transtornos, como se vê a seguir: 
 
Transtorno de Personalidade Paranóide:
Indivíduos desconfiados, que se sentem enganados pelos outros, com dúvidas a respeito da lealdade dos outros, interpretando ações ou observações dos outros como ameaçadoras. São rancorosos e percebem ataques a seu caráter ou reputação, muitas vezes ciumentos e com desconfianças infundadas sobre a fidelidade dos seus parceiros e amigos.
Transtorno de Personalidade Esquizóide:
Indivíduos distanciados das relações sociais, que não desejam ou não gostam de relacionamentos íntimos, realizando atividades solitárias, de preferência. Pouco ou nenhum interesse em relações sexuais com outra pessoa, e pouco ou nenhum prazer em suas atividades. Não têm amigos íntimos ou confidentes, não se importam com elogios ou críticas, sendo frios emocionalmente e distantes.
Transtorno de Personalidade Esquizotípica:
Indivíduos excêntricos e estranhos, que têm crenças bizarras, com experiências de ilusões e pensamento e discurso extravagante. Falta de amigos e muita ansiedade no convívio social.
Transtorno de Personalidade Borderline:
Indivíduos instáveis em suas emoções e muito impulsivos, com esforços incríveis para evitar abandono (até tentativas de suicídio). Têm rompantes de raiva inadequada. As pessoas a sua volta são consideradas ótimas, mas frente a recusas tornam-se péssimas rapidamente, sendo desconsideradas as qualidades anteriormente valorizadas. Costumam apresentar uma hiper reatividade afetiva, em que as situações boas são ótimas ou excelentes, e as ruins ou desfavoráveis são péssimas ou catastróficas.
Transtorno de Personalidade Narcisista:
Indivíduos que se julgam grandiosos, com necessidade de admiração e que desprezam os outros, acreditando serem especiais e explorando os outros em suas relações sociais, tornando-se arrogantes. Gostam de falar de si mesmos, ressaltando sempre suas qualidades e por vezes contando vantagens de situações. Não se importam com o sofrimento que causam nas outras pessoas e muitas vezes precisam rebaixar e humilhar os outros para que se sintam melhor.
Transtorno de Personalidade Anti-social:
Indivíduos que desrespeitam e violam os direitos dos outros, não se conformando com normas. Mentirosos, enganadores e impulsivos, sempre procurando obter vantagens sobre os outros. São irritados, irresponsáveis e com total ausência de remorsos, mesmo que digam que têm, mais uma vez tentando levar vantagens. Podem estabelecer relacionamentos afetivos superficiais, mas não são capazes de manter vínculos mais profundos e duradouros.
Transtorno de Personalidade Histriônica:
Indivíduos facilmente emocionáveis, sempre em busca de atenção, sentindo-se mal quando não são o centro das atenções. São sedutores, com mudanças rápidas das emoções. Tentam impressionar aos outros, fazendo uso de dramatizações, e tendem a interpretar os relacionamentos como mais íntimos do que realmente são.
Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva:
Indivíduos preocupados com organização, perfeccionismo e controle, sempre atento a detalhes, listas, regras, ordem e horários. Dedicação excessiva ao trabalho, dão pouca importância ao lazer. Teimosos, não jogam nada fora ("pão-duro") e não conseguem deixar tarefas para outras pessoas.
Transtorno de Personalidade Esquiva:
Indivíduos tímidos (exageradamente), muito sensíveis a críticas, evitando atividades sociais ou relacionamentos com outros, reservados e preocupados com críticas e rejeição. Geralmente não se envolvem em novas atividades, vendo a si mesmos como inadequados ou sem atrativos e capacidades.
Transtorno de Personalidade Dependente:
Indivíduos que têm necessidade de serem cuidados, submissos, sempre com medo de separações. Têm dificuldades para tomar decisões, necessitam que os outros assumam a responsabilidade de seus atos, não discordam, não iniciam projetos. Sentem-se muito mal quando sozinhos, evitando isso a todo custo.
O tratamento desses transtornos baseia-se na Psicoterapia (de orientação analítica ou comportamental na maioria dos casos) e Psicanálise. Algumas vezes deve-se também tratar outros transtornos que se desenvolvem juntamente com esses, e na maioria das vezes, por causa desses. Aparece comumente depressão e ansiedade associados a esses transtornos. A procura pelo atendimento é geralmente estimulada pelos amigos e familiares, que são muito mais incomodados pelo transtorno que o próprio indivíduo. Não se pode esquecer que muitas dessas características fazem parte dos traços normais de muitos indivíduos, e somente quando esses traços são muito rígidos e não adaptativos é que constituem um transtorno.



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